
Mozilla Firefox
Nota: Para outros significados de Mozilla, ver Mozilla (desambiguação)।
Nota: Para outros significados de Firefox, ver Firefox (desambiguação).
Mozilla Firefox
Firefox 3 acessando a Wikipédia em Linux. Desenvolvedor Mozilla Corporation Lançamento 9 de novembro de 2004 (4 anos) (1.0) Última versão 3.0.8[1] (27 de Março de 2009; há 9 semanas e 3 dias) Versão de teste 3.1b3 (12 de Março de 2009; há 11 semanas e 4 dias) Plataforma Escrito em C++, XUL, XBL, JavaScript,[2] CSS[3][4] Idiomas Mais de 45 idiomas [5] Sistema Op. Multiplataforma Estado do desenvolvimento Ativo Gênero Navegador WWWCliente ftpCliente gopher Licença MPL/GPL/LGPL/Mozilla EULA (para redistribuição de binária) Tamanho 7.2 MB (Windows)17.2 MB (Mac OS X)8.7 MB (Linux)(arquivados) Website www.mozilla.com/firefox, acessado pela última vez há 21 semanas Mozilla Firefox é um navegador livre e multi-plataforma desenvolvido pela Mozilla Foundation
(em português: Fundação Mozilla) com ajuda de centenas de colaboradores[6]. A intenção da
fundação é desenvolver um navegador leve, seguro, intuitivo e altamente extensível. Baseado
no componente de navegação da Mozilla Suite (continuada pela comunidade como
Seamonkey), o Firefox tornou-se o objetivo principal da Mozilla Foundation[carece de fontes?].
Antes do lançamento da versão primeira 1.0, em 9 de Novembro de 2004, o Firefox já havia sido
aclamado por várias publicações, incluindo a Forbes e o Wall Street Journal[carece de fontes?].
Com mais de 25 milhões de transferências nos primeiros 99 dias após o lançamento, o Firefox
se tornou uma das aplicações em código-livre mais usadas por usuários domésticos[carece de
fontes?]. A marca de 50 milhões de transferências foi atingida em 29 de abril de 2005,
aproximadamente 6 meses após o lançamento da versão 1.0. Em 26 de julho de 2005, o Firefox
alcançou os 75 milhões de transferências, e a 19 de outubro de 2005 alcançou os 100 milhões
de transferências, antes de completar o primeiro ano da versão 1.0.[carece de fontes?]
O Firefox destaca-se como alternativa ao Microsoft Internet Explorer e reativou a chamada
Guerra dos Navegadores
Nota: Para outros significados de Firefox, ver Firefox (desambiguação).
Mozilla Firefox
Firefox 3 acessando a Wikipédia em Linux. Desenvolvedor Mozilla Corporation Lançamento 9 de novembro de 2004 (4 anos) (1.0) Última versão 3.0.8[1] (27 de Março de 2009; há 9 semanas e 3 dias) Versão de teste 3.1b3 (12 de Março de 2009; há 11 semanas e 4 dias) Plataforma Escrito em C++, XUL, XBL, JavaScript,[2] CSS[3][4] Idiomas Mais de 45 idiomas [5] Sistema Op. Multiplataforma Estado do desenvolvimento Ativo Gênero Navegador WWWCliente ftpCliente gopher Licença MPL/GPL/LGPL/Mozilla EULA (para redistribuição de binária) Tamanho 7.2 MB (Windows)17.2 MB (Mac OS X)8.7 MB (Linux)(arquivados) Website www.mozilla.com/firefox, acessado pela última vez há 21 semanas Mozilla Firefox é um navegador livre e multi-plataforma desenvolvido pela Mozilla Foundation
(em português: Fundação Mozilla) com ajuda de centenas de colaboradores[6]. A intenção da
fundação é desenvolver um navegador leve, seguro, intuitivo e altamente extensível. Baseado
no componente de navegação da Mozilla Suite (continuada pela comunidade como
Seamonkey), o Firefox tornou-se o objetivo principal da Mozilla Foundation[carece de fontes?].
Antes do lançamento da versão primeira 1.0, em 9 de Novembro de 2004, o Firefox já havia sido
aclamado por várias publicações, incluindo a Forbes e o Wall Street Journal[carece de fontes?].
Com mais de 25 milhões de transferências nos primeiros 99 dias após o lançamento, o Firefox
se tornou uma das aplicações em código-livre mais usadas por usuários domésticos[carece de
fontes?]. A marca de 50 milhões de transferências foi atingida em 29 de abril de 2005,
aproximadamente 6 meses após o lançamento da versão 1.0. Em 26 de julho de 2005, o Firefox
alcançou os 75 milhões de transferências, e a 19 de outubro de 2005 alcançou os 100 milhões
de transferências, antes de completar o primeiro ano da versão 1.0.[carece de fontes?]
O Firefox destaca-se como alternativa ao Microsoft Internet Explorer e reativou a chamada
Guerra dos Navegadores

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